A precificação de derivativos exige rigor matemático e conhecimento profundo das dinâmicas de mercado. O modelo de Black-Scholes segue sendo referência, mas raramente é suficiente isoladamente diante de estruturas híbridas ou ativos com baixa liquidez.
Simulações de Monte Carlo, modelagem de volatilidade e curvas de juros permitem capturar nuances que modelos fechados não conseguem. Isso é especialmente relevante para produtos estruturados e instrumentos de crédito.
Nossa equipe atua na validação independente de modelos e na estruturação de produtos financeiros, garantindo que o valor justo calculado reflita a realidade econômica do ativo.