Um plano de custeio mal dimensionado pode comprometer a capacidade de uma entidade honrar seus compromissos previdenciários no longo prazo. Por isso, sua estruturação exige premissas atuariais robustas e revisões periódicas.
Avaliamos tábuas biométricas, hipóteses financeiras e o comportamento da massa de participantes para calcular contribuições adequadas ao equilíbrio do plano, evitando déficits futuros.
Esse trabalho é essencial para fundos de pensão e entidades que precisam demonstrar solidez atuarial perante reguladores como PREVIC e participantes.